Dia internacional da educação: Desafios, caminhos e oportunidades

Neste dia, 24 de janeiro, as Nações Unidas (ONU) marcam o Dia Internacional da Educação. Em mensagem, o secretário-geral da ONU, Antônio Guterres, pede que a instrução seja vista como um bem público e uma prioridade política para a recuperação na sequência da crise global de saúde.

Confira o Pronunciamento do Secretário-geral da ONU

Estima-se que 258 milhões de jovens em todo o mundo não tenham a oportunidade de ingressar ou concluir a escola. Outros 617 milhões não sabem ler e fazer cálculos básicos. Sem contar os diversos desafios, seja na infraestrutura, na formação dos profissionais de educação, nas diferentes realidades socioculturais, inovar na educação é de suma importância. Sem educação não haverá outras inovações no futuro, sendo a base para o desenvolvimento humano e para a ciência.

Sabendo da importância desse dia, o programa Centelha convidou algumas empresas que foram aprovadas em sua primeira edição para entender melhor os desafios da inovação no setor e sobre o futuro da educação!

Participaram dessa conversa:

Sapientia (PB), um aplicativo gratuito de monitoramento do desempenho qualitativo que se utiliza de elementos de gamificação para engajar os alunos;

Ludbel Educar (AP), que disponibiliza ferramentas que exploram a área de ciências da natureza de forma dinâmica e mais consistente na educação básica;

Lume Studio Design (AM), que desenvolveram a ferramenta Cards Mágicos abcD+, para auxiliar na alfabetização de crianças de 5 a 7 anos; e

Cuboteca (SC), um ambiente de simulação imersivo e interativo para letramento de crianças surdas usando realidade virtual e dispositivos de interfaces naturais.

 

Panorama da educação

 

“Estamos vivendo um momento difícil, em que muitos alunos passaram meses sem contato com as atividades escolares. Notícias nos mostram que nosso país está entre a minoria do mundo, que não aumentaram os recurso em educação durante a pandemia. Precisamos, urgentemente, reverter esse quadro, para que as crianças tenham acesso a novas ferramentas tecnológicas de auxílio a alfabetização e ao letramento.”

(Lume Design)

 

Pelos dados do relatório Education Policy Outlook Brasil, elaborado pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), foi identificado a presença de professores altamente qualificados e engajados como algo imprescindível para a melhora dos indicadores educacionais. Para os países da OCDE, essas iniciativas são capazes de tornar a carreira docente mais atrativa e de melhorar as qualificações e oportunidades para desenvolvimento desses profissionais. A análise comparativa internacional mostra que no Brasil o desafio é ainda maior uma vez que, segundo dados de 2018 examinados pelo estudo, apenas 43% dos professores dos anos finais do ensino fundamental no Brasil tinham contratos de tempo integral e 20% trabalhavam em várias escolas.

Segundo Dados recentes do relatório do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), cerca de 30% dos alunos menos favorecidos no Brasil, bem como aqueles que frequentam escolas rurais, relataram ter acesso a um computador em casa para os trabalhos escolares. Esse número entre os alunos favorecidos ou que frequentam escolas particulares é de 90%. Já se percebe aqui um dos maiores desafio da inovação no setor.

 

“A boa notícia é que nesse mesmo período o mundo digital entrou finalmente nas escolas, que os professores passaram a buscar novas formas de ensinar, novas metodologias e ferramentas e também podemos ver um movimento global de editechs preocupadas em sanar essa situação lastimável. Nesse sentido, o choque que sofremos foi enorme, porém, a força empregada para ajustar as coisas é muito maior, no sentido que os efeitos da pandemia irão passar, enquanto as soluções que surgiram e surgirão a partir de então permanecerão além dela. Temos muito trabalho para equilibrar as coisas, mas com certeza elas serão equilibradas com soluções que tornarão a educação muito mais inclusiva e próxima da realidade do jovem do século XXI.”

(Sapientia)

 

Identificando problemas

 

Nesse cenário, as empresas foram capazes de identificar problemas, para atuar, buscar soluções e inovar no setor.

O pessoal da Ludbel Educar, por exemplo, identificou uma oportunidade de inovação no sistema educacional brasileiro.

Equipe Ludbel Educar

“A Educação Proposta na LDB de 96 discorre sobre o principal objetivo da educação que é garantir meios para que a população consiga o pleno exercício de sua cidadania. A educação básica deve direcionar a atuação cidadã, mas não é difícil perceber a dispersão dos estudantes, que muitas vezes saem das escolas sem o menor discernimento sobre o mundo. Os estudantes não conseguem perceber relações claras entre as temáticas vistas em aula com a própria vida, isso se deve a diversos fatores e entre eles estão a falta de ferramentas adequadas para se atingir efetivamente educando e educador no processo de se apaixonar por aprender e a ensinar.”

 

Os profissionais do Sapientia encontraram no processo de avaliação um problema e uma solução.

Equipe Sapientia

Para a gente, identificar o problema de se realizar uma avaliação processual efetiva se deu na prática de sala de aula. O criador da plataforma é professor de uma escola integral da rede pública da Paraíba, e, assim que houve a mudança para o formato de escola integral, surgiram novas demandas que as avaliações tradicionais não resolviam. Como avaliar uma eletiva? Ou projeto de vida? Estudo Orientado? Soma-se a isso uma discussão já bastante antiga levantada pelos teóricos que discutem avaliação processual. Pedro Demo, Libâneo, Luckesi, entre outros, sempre falaram da necessidade de ser efetuada uma avaliação processual individualizada dos estudantes. O grande desafio consistia na realidade da maioria dos professores do Brasil: sobrecarga de turmas e de alunos para conseguir monitorar e avaliar. Era a situação enfrentada pelo criador do Sapientia, além das novas demandas do formato integral., foi a partir dessas dores que ele, junto a outro sócio, decidiu criar uma plataforma gamificada de avaliação processual. O elemento de gamificação veio suprir a falta de engajamento dos estudantes, muitas vezes cansados e desmotivados. A junção das duas coisas resolveu tanto o problema do professor em relação a capacidade de avaliar de forma processual uma quantidade grande de turmas e alunos, como também possibilitou o engajamento dos jovens nas aulas.

 

A Lume Design e a Cuboteca foram ideias que sugiram através da pesquisa cientifica.

 

Equipe Lume Studio Design

O problema foi identificado por meio de pesquisa científica que iniciou no Mestrado de Design de Inovação e agora continua com o Doutorado em Tecnologia Educacional. Onde, de acordo com pesquisas recentes (OCDE, 2018) do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes – PISA, demonstra que o desempenho dos brasileiros em literatura, não mudou muito desde 2019. E 50% dos alunos, chegam aos 15 anos sem as competências mínimas de interpretação de texto.

(Lume Design)

 

“Primeiramente da pesquisa cientifica que nós desenvolvemos na Universidade do Vale do Itajaí surgiu a ideia do negócio que foi a Cuboteca: letramento de crianças surdas, que é um ambiente de simulação baseado em realidade virtual com interface natural, é baseado em dispositivos que capturam o movimento das mãos.”

(Cuboteca)

Mudando a mentalidade para inovar

 

Ao inovar um processo ou um serviço, muitas vezes, velhos métodos e costumes permanecem, criando barreiras a grandes transformações, simplesmente pelo medo de sair da zona de conforto. Na educação não é diferente! A inovação, principalmente em escolas de zona rural e das periferias dos grandes centros, pode não ser vista a partir de todo seu potencial. Mas, como mudar esse Mindset (mentalidade) rumo à inovação?

 

Acho que a grande mudança de mindset que leva à inovação, é aceitar que não temos respostas para tudo. Pois, a grande questão da inovação é experimentar. Se estivermos dispostos a tentar, as chances de inovar com certeza aumentam.

(Lume Design)

Yuval Harari, em 21 lições para o século XXI, já nos alerta que devemos nos habituar com mudanças. Ele fala que dificilmente teremos, nessa geração, uma pessoa que entre em uma profissão e vá até o final da vida nesta mesma profissão, como era bem comum nas gerações anteriores. Isso porque o mercado está cada vez mais dinâmico, as profissões estão em constante transformações e as pessoas também. Ele diz que em breve empregos que hoje empregam bastante pessoas, como atendentes de telemarketing, por exemplo, em poucos anos não existirão mais, pois uma única inteligência artificial dará conta do serviço. Essa realidade não está tão distante, os atendentes virtuais estão cada vez mais presentes nas experiências do usuário junto a uma empresa. Então, é preciso ter essa abertura de mentalidade, essa capacidade de renovação. É uma exigência do contexto histórico e quem não entender muito bem isso, poderá ser engolido pelo movimento. Estar atento, aberto e otimista é sempre algo necessário para o empreendedor dos dias atuais.

(Sapientia)

 

Como é inovar na educação?

 

As empresas entrevistadas responderam: Como está sendo sua jornada na inovação no campo da educação?

 

“Desafiadora e gratificante. Desenvolvemos ferramentas educacionais que promovem o engajamento do professor e alunos em sala de aula, que aproximam alunos do educador e estimulam educando em seu despertar para o conhecimento com propósito cidadão. Nosso primeiro produto educacional é um jogo que foi desenvolvido em sala de aula, ouvindo a geração Z. O jogo foi usado em turmas do ensino fundamental e médio na cidade de Macapá desde 2018. Com o apoio do centelha nosso produto adquiriu maturidade e hoje pode ser encontrado em São Paulo e Minas Gerais também. É um desafio trabalhar por uma educação significativa, mas muito gratificante observar as fronteiras que estamos atravessando nos últimos meses.

(Ludbel Educar)

“Não tem como responder essa questão sem lembrar como foi a jornada da equipe no desenvolvimento do conhecimento que permitiu hoje a gente tocar a Xr,  desenvolvendo produtos. Cada produto que a gente desenvolve e vemos um jovem utilizandoum jovem utilizando…e ele está produzindo um aprendizado, isso é a nossa maior motivação. Todo aquele conhecimento que a gente conseguiu desenvolver ao longo dos anos foi transformado num produto e esse produto foi pra um jovem em questão e ele aprendeu algo com aquilo, então não vejo como desfocar a inovação da educação sem você proporcionar para alguém um aprendizado baseado numa ferramenta qualquer, tanto analógica quanto digital, baseado no conhecimento que você desenvolveu ao longo dos anos, então aquilo que você recebeu você está depositando naquele produto e ele está ajudando alguém…”

(Cuboteca)

  

E o futuro como fica?

 

Pensar no futuro é essencial para inovar. As empresas convidadas responderam qual é a visão sobre o futuro da educação.

 

Creio que o a tecnologia exercerá um papel ainda mais fundamental na educação nos próximos anos e que a maior prioridade deverá ser a recuperação do tempo perdido.

(Lume Design)

 

A educação é a arma mais poderosa para quem nasceu sem condições, é ela quem permite que a pessoa saia de uma condição de vulnerabilidade para outra condição mais acolhedora. Somente através da educação será possível atingir uma sociedade mais empática, tolerante, que respeite as diversidades, que entenda os mecanismos de poder e que consiga desconstruir estruturas seculares de exploração, racismo, intolerância religiosa e o machismo. […] Por fim, a educação também é quem vai permitir que nos orientemos em relação aos problemas climáticos que estão gritando aos nossos olhos, mas que insistimos em não enxergar. Conhecer outras formas de organização social, como os povos originários da América, por exemplo, é entender que a maneira como vivemos não é a única possível. A educação para os próximos anos precisa levar em consideração todos esses fatores, a defesa do conhecimento e da ciência, o reconhecimento de fake news, o aumento das desigualdades e todas as questões ambientais. Ela deve ter um olhar mais cuidadoso com as diversidades e fazer do paradigma indígena o paradigma do século XXI, caso contrário, não teremos século XXII para contar história.

(Sapientia)

A educação transforma a vida das pessoas. Se você tem uma ideia que pode revolucionar esse campo, não perca a chance de inovar com o Programa Centelha e venha transformar a sua ideia em um negócio de sucesso!

 

Confira os editais abertos em: programacentelha.com.br

 

Quer conhecer melhor essas empresas?

Clique e confira!

LUDBEL EDUCAR

CUBOTECA

LUME STUDIO DESIGN

SAPIENTIA

 

 

 

 

 

Para transformar ideias em negócios de sucesso, Rondônia recebe Programa Centelha 2

Serão selecionadas até 22 ideias inovadoras e os interessados podem se inscrever até 18 de fevereiro de 2022

Para transformar ideias inovadoras em negócios de sucesso, o Programa Centelha 2 acaba de abrir inscrições em Rondônia. A iniciativa oferecerá recursos financeiros, capacitação e suporte aos 22 projetos que serão selecionados. Os contemplados receberão R$ 53.636,00 em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico. Os interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia 18 de fevereiro de 2022.

Promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI, em Rondônia, o programa é executado pela Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa de Rondônia (FAPERO).

De acordo com Paulo Haddad, presidente da FAPERO, o Programa Centelha pode modificar a vida de quem deseja começar a empreender. “O empreendedor terá, de fato, topo o apoio, suporte e recursos necessários para colocar a sua ideia em prática. Queremos que iniciativas como essa sejam cada vez mais valorizadas e ampliadas”, conclui.

Em sua primeira edição, o programa contou com mais de 15 mil ideias submetidas nacionalmente e mais de 1 mil municípios envolvidos. Neste ano, o Programa Centelha 2 acontecerá em 25 Estados e no Distrito Federal.

Para mais informações sobre o edital, o cronograma e todas as informações para submissão, confira https://programacentelha.com.br/ro/.

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Prorrogadas as inscrições da primeira edição do Programa Centelha Distrito Federal

A BIOTIC S/A, empresa pública gestora do Parque Tecnológico de Brasília – BIOTIC, informa que o prazo de submissão de ideias para o Programa Centelha DF foi prorrogado até o dia 15 de fevereiro de 2022. 

Em sua primeira edição, o programa tem previsão de investimentos de R$ 1,6 milhão e selecionará 28 projetos, os quais serão contemplados com até R$ 60.000,00 em subvenção econômica (recursos não reembolsáveis).

O objetivo do programa é estimular o empreendedorismo inovador e a geração de empresas de base tecnológica a partir da transformação de ideias inovadoras em empreendimentos que incorporem novas tecnologias aos setores econômicos estratégicos do Distrito Federal por meio da concessão de recursos de subvenção econômica.

Os interessados em participar da seleção de ideias do Programa Centelha Distrito Federal devem se inscrever até 15 de fevereiro no site https://programacentelha.com.br/df.

Eventuais dúvidas deverão ser enviadas em https://www.helpdeskcentelha.com.br/.

Programa Centelha 2 abre inscrições para selecionar ideias inovadoras no Maranhão

Iniciativa oferecerá até R$ 52 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico

Transformar ideias inovadoras em empreendimentos de sucesso é o principal objetivo do Programa Centelha 2, que acaba de abrir inscrições no Maranhão. A iniciativa oferecerá recursos financeiros, capacitação e suporte aos 28 projetos selecionados, que também serão contemplados com até R$ 52 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico. As inscrições seguirão abertas até o dia 21 de março de 2022.

Promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI, no Maranhão, o programa é executado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAPEMA).

De acordo com o diretor-presidente da FAPEMA, André Santos, o Programa Centelha é essencial para a evolução do Estado do Maranhão em termos de inovação. “A iniciativa é uma oportunidade de aproximar a academia de empresas, por meio do processo de transformação de ideias em produtos, proporcionando, assim, retorno financeiro ao Brasil”, explica.

Em sua primeira edição, o programa contou com mais de 15 mil ideias submetidas nacionalmente e mais de 1 mil municípios envolvidos. Somente no Maranhão foram mais de 240 ideias submetidas e 693 empreendedores capacitados. Neste ano, o Programa Centelha 2 acontecerá em 25 Estados e no Distrito Federal.

Para mais informações sobre o edital, o cronograma e todas as informações para submissão, confira https://programacentelha.com.br/ma/.

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Programa Centelha 2 chega ao Amazonas com o objetivo de selecionar até 50 projetos empreendedores

Projeto apoiará as empresas selecionadas com até R$ 60 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico

Com o principal objetivo de estimular o empreendedorismo inovador, o Programa Centelha 2 está com inscrições abertas no Amazonas até o próximo dia 11 de janeiro de 2022. Em sua segunda edição, a iniciativa oferecerá recursos financeiros, capacitação e suporte para transformar novas ideias em negócios de sucesso. A expectativa é que até 50 projetos sejam selecionados e os contemplados serão apoiados com até R$ 60 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico.

Promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI, no Amazonas, o Programa é executado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM).

De acordo com Márcia Perales Mendes, Diretora-Presidente da FAPEAM, é uma alegria e um grande desafio trazer mais uma edição do Programa Centelha ao Amazonas. “É necessário uma articulação de todo o ecossistema de inovação. Precisamos que as pessoas ousem e encaminhem ideias maravilhosas. Desejo a todos os envolvidos muito sucesso”, finaliza.

Em sua primeira edição, o programa contou com mais de 15 mil ideias submetidas nacionalmente e mais de 1 mil municípios envolvidos. Somente no Amazonas foram mais de 2,4 mil empreendedores capacitados, 964 ideias submetidas e 18 empresas apoiadas. Neste ano, o Programa Centelha 2 acontecerá em 25 Estados e no Distrito Federal.

Para mais informações sobre o edital, o cronograma e todas as informações para submissão, confira https://programacentelha.com.br/am/.

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A difícil jornada das mulheres no mundo do empreendedorismo: o panorama no Brasil

A luta feminina por equidade é longa e a cada ano mais conquistas são feitas, principalmente no mercado de trabalho. As mulheres sempre foram empreendedoras, conciliando jornadas duplas e diversas responsabilidades, mas ainda assim, não possuem o reconhecimento merecido. Desde as pequenas produtoras locais e profissionais individuais, até as startups com lideranças femininas, todas integram uma importante parcela do empreendedorismo no Brasil. No que concerne a inclusão das mulheres nos negócios, as perspectivas se tornam mais diversas, inclusivas e inovadoras.

Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo IBGE, demonstram que cerca de 9,3 milhões de mulheres estão à frente de negócios no Brasil. Conforme os dados da pesquisa do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), de 2021, entre as empreendedoras que possuem sociedade, sete em cada dez contam com sócias mulheres. Além disso, 73% dos empreendimentos liderados por mulheres são majoritariamente femininos, enquanto apenas 21% dos empreendimentos liderados por homens.

O apoio entre as mulheres no empreendedorismo fortalece todo o ecossistema. A revista Época, analisando a pesquisa do IRME (2021), destacou alguns dados que reforçam os motivos e a importância desse círculo virtuoso no meio de negócios femininos:

– 34% das empreendedoras ouvidas já sofreram algum tipo de agressão em suas relações afetivas;

– 50% das empreendedoras com filhos alegaram que o fechamento das escolas impactou a rotina de trabalho;

– 79% das empreendedoras acreditam que os cuidados com a casa e a família atrapalham mais as mulheres do que os homens que buscam empreender.

 

O lado positivo é que as empresas estão adotando medidas cada vez mais inclusivas, criando uma expectativa de maior diversidade de gênero no mercado de trabalho. Espera-se que, com o tempo, a disparidade de contratação e liderança entre homens e mulheres diminua. Enquanto isso, as mulheres estão na linha de frente da batalha criando empresas e contratando mais mulheres.

Alguns projetos e programas objetivam aumentar a fluidez desse processo. A Finep, instituição promotora do programa, possui projetos dedicados ao empreendedorismo feminino, como por exemplo, o projeto “Mulheres Inovadoras”, que está na sua segunda edição em andamento, sendo uma iniciativa em conjunto com Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) para estimular startups lideradas por mulheres. O projeto busca contribuir para o aumento da representatividade feminina no cenário empreendedor nacional, por meio da capacitação e do reconhecimento de empreendimentos que possam favorecer o incremento da competitividade brasileira.

Mesmo com o incentivo nacional, a disparidade entre mulheres e homens no mundo do empreendedorismo ainda é uma realidade. Na primeira edição do Programa Centelha, por exemplo, entre os empreendedores aprovados, apenas 31,7% são mulheres. O debate sobre o assunto e o fomento ao empreendedorismo feminino são fatores essenciais para apoiar a inclusão de mais mulheres.

Como você pode apoiar empreendedoras? Alguns exemplos são a compra de seus serviços ou produtos, a divulgação do trabalho para sua rede de amigos, o incentivo a suas parceiras, colegas e familiares para empreender. Além disso, você pode ajudar encorajando-as a inscrever sua ideia no Programa Centelha!

Nesta edição o Programa Centelha conta com a participação de 25 estados e do Distrito Federal e prevê o investimento de mais de R$ 97 milhões, sendo R$ 74 milhões pelo MCTI e R$ 23 milhões pelos parceiros estaduais. Cada empresa contemplada receberá em torno de R$ 50 mil, além de capacitação e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso. As propostas poderão ser submetidas por pessoas físicas, vinculadas ou não a empresas com até 12 meses de existência anteriores à data de publicação do edital.

Empreendedoras, o que estão esperando para se inscrever no Programa Centelha e transformar suas ideias em negócios de sucesso? Clique aqui e inscreva sua ideia!

 

 

 

 

Fonte: Revista Época, Blog SEBRAE, IBGE, IRME, Finep e Programa Centelha

 

Programa Centelha 2 está com inscrições abertas no Mato Grosso do Sul

 Objetivo é apoiar os projetos aprovados com até R$ 60 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico

Para transformar ideias inovadoras em negócios de sucesso, o Programa Centelha 2 chega ao Mato Grosso do Sul e as inscrições seguem até o dia 16 de dezembro. Em sua segunda edição, a iniciativa visa estimular a geração de novas ideias, oferecendo suporte e capacitação. A expectativa é que até 50 projetos sejam selecionados e os contemplados serão apoiados com até R$ 60 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico.

A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI. No Estado do Mato Grosso do Sul é executado pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT).

De acordo com Márcio Araújo Pereira, Diretor-Presidente da FUNDECT, o Programa Centelha é o caminho inicial para o desenvolvimento de novos negócios. “É uma porta que se abre para que essas novas gerações possam começar os seus empreendimentos e, futuramente, conseguir outros aportes”, explica.

Em sua primeira edição, o programa contou com mais de 15 mil ideias submetidas nacionalmente e mais de 1 mil municípios envolvidos. Apenas no Mato Grosso do Sul foram mais de 1,3 mil empreendedores capacitados, 564 ideias submetidas e 30 empresas apoiadas. Neste ano, o Programa Centelha 2 acontecerá em 25 Estados e no Distrito Federal.

Para mais informações sobre o edital, o cronograma e todas as informações para submissão, confira https://programacentelha.com.br/ms/.

 

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Empreendedorismo: Programa Centelha 2 abre inscrições em Santa Catarina

Objetivo é apoiar os projetos aprovados com até R$ 60 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico

Disseminar a cultura empreendedora e estimular o desenvolvimento de ideias inovadoras é o principal objetivo do Programa Centelha 2, que está com inscrições abertas em Santa Catarina até 10 de janeiro de 2022. Em sua segunda edição, a iniciativa visa estimular a geração de novas ideias, oferecendo suporte e capacitação. A expectativa é que até 50 projetos sejam selecionados e os contemplados serão apoiados com até R$ 60 mil em subvenção econômica e R$ 32,4 mil em bolsas de apoio técnico.

A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI. Em Santa Catarina, é executado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (FAPESC).

De acordo com o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, o Programa Centelha deve ser incentivado e ampliado. “É a maneira ideal de tirar essas ideias inovadoras do papel e transformá-las em riquezas para o Brasil. Eu confio nos empreendedores, alunos e pesquisadores brasileiros que conseguem, mesmo com pouco, fazer muito”, conclui.

Em sua primeira edição, o programa contou com mais de 15 mil ideias submetidas nacionalmente e mais de 1 mil municípios envolvidos. Apenas em Santa Catarina foram mais de 3 mil empreendedores capacitados, 1 mil ideias submetidas e 28 empresas apoiadas. Neste ano, o Programa Centelha 2 acontecerá em 25 Estados e no Distrito Federal.

Para mais informações sobre o edital, o cronograma e todas as informações para submissão, confira https://programacentelha.com.br/sc/.

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Programa Centelha 2 abre inscrições no Amapá

Programa oferece capacitação, suporte e recursos financeiros para novas ideias de empreendimentos inovadores; projetos escolhidos serão apoiados com até R$ 53 mil em subvenção econômica 

Criado para estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora, o Programa Centelha 2 está com inscrições abertas no Amapá, no período de 26 de outubro a 16 de dezembro. O programa oferece capacitação, suporte e recursos financeiros para quem possui uma ideia de negócio, mas não sabe como começar, ou não possui maneiras de investir. Os projetos contemplados serão apoiados com até R$ 53 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico. 

As propostas poderão ser submetidas por pessoas físicas, vinculadas ou não a empresas com até 12 meses de existência anteriores à data de publicação do edital. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI. No Amapá, é executada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá (FAPEAP).

De acordo com Kátia Paulino dos Santos, Reitora da Universidade do Estado do Amapá (UEAP), o Programa Centelha é um incentivo essencial para o desenvolvimento de potencialidades. “Uma falha de muitas universidades é produzir muita pesquisa, mas muitas vezes não transformar essas teorias em prática – a transferência de tecnologia é, sem dúvida, um grande desafio para nós. Por isso, vejo o Centelha como uma maneira de pensar mais a frente e mudar essa realidade”, completa.

Em sua primeira edição, o programa contou com mais de 15 mil ideias submetidas nacionalmente e mais de 1 mil municípios envolvidos. No estado do Amapá, foram mais de 179 ideias inovadoras. Neste ano, o Programa Centelha 2 acontecerá em 25 Estados e no Distrito Federal. As inscrições devem ser realizadas por meio do site https://ap2.programacentelha.com.br/.

Para mais informações sobre o edital, o cronograma e todas as informações para submissão, acesse: https://programacentelha.com.br/ap/.  

INFORMAÇÕES À IMPRENSA

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Programa Centelha 2 abre inscrições em Alagoas para transformar ideias em empreendimentos de sucesso

Programa oferece capacitação, suporte e recursos financeiros; projetos escolhidos serão apoiados com até R$ 53 mil em subvenção econômica 

Não há dúvidas de que todas as empresas de sucesso começam com grandes e inovadoras ideias. Pensando nisso, e com o principal objetivo de apoiar e estimular a criação de novos negócios inovadores, o Programa Centelha 2 está com inscrições abertas em Alagoas, entre os dias 27 de outubro a 03 de janeiro. A iniciativa oferecerá capacitação, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso. Cerca de 50 projetos serão apoiados com até R$ 53 mil em subvenção econômica e R$ 26 mil em bolsas de apoio técnico.

As propostas poderão ser submetidas por pessoas físicas, vinculadas ou não a empresas com até 12 meses de existência anteriores à data de publicação do edital. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI. Em Alagoas, é executado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (FAPEAL). 

De acordo com o Diretor Presidente da FAPEAL, Fábio Guedes, é essencial que as ideias e inovações tenham apoio do Estado para obter êxito. “Não há inovação no mundo, não há quem corra riscos empresariais sem apoio. O Programa Centelha é essencial para que essas ideias consigam avançar e crescer”, completa.

Em sua primeira edição, o programa contou com mais de 15 mil ideias submetidas nacionalmente e mais de 1 mil municípios envolvidos. No Estado de Alagoas foram mais de 1,2 mil ideias submetidas, 3,4 mil empreendedores capacitados e 29 startups apoiadas. As inscrições devem ser realizadas por meio do site https://al2.programacentelha.com.br/

Para mais informações sobre o edital, o cronograma e todas as informações para submissão, acesse: https://programacentelha.com.br/al/

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